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Projetos MDL no setor de energia

Projetos MDL no setor de energia. Sumário Metodologias aprovadas ou em análise Estruturas de metodologias, exemplos, modificações, esclarecimentos, etc. Simulação de cálculo de reduções de GEEs

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Projetos MDL no setor de energia

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Presentation Transcript


  1. Projetos MDL no setor de energia • Sumário • Metodologias aprovadas ou em análise • Estruturas de metodologias, exemplos, modificações, esclarecimentos, etc. • Simulação de cálculo de reduções de GEEs • Fatores de emissão, eficiência, fronteiras de projetos, linha de base, emissões do projeto, fugas, etc. • Exercício pratico: “elaboração de um DCP” • Estrutura de um DCP, adicionalidade, simulação comparativa, validação, aprovação nacional. • Considerações finais 2/32

  2. Projetos MDL no setor de energia • Sumário • Metodologias aprovadas ou em análise • Estruturas de metodologias, exemplos, modificações, esclarecimentos, etc. • Simulação de cálculo de reduções de GEEs • Fatores de emissão, eficiência, fronteiras de projetos, linha de base, emissões do projeto, fugas, etc. • Exercício prático: “elaboração de um DCP” • Estrutura de um DCP, adicionalidade, simulação comparativa, validação, aprovação nacional. • Considerações finais 3/32

  3. Elegibilidade no MDL • Redução de emissões de gases de efeito estufa (GEEs) devem ser adicionais àquelas que ocorreriam na ausência da atividade certificada de projeto. • A atividade de projeto deve assistir a Parte não incluída no Anexo I a atingir o desenvolvimento sustentável. • A atividade de projeto deve levar a benefícios reais, mensuráveis e de longo prazo relacionados com a mitigação da mudança do clima (metodologia aplicável). 4/32

  4. Projetos MDL de pequena escala • Definição • projetos de energia renovável com capacidade instalada até 15 MWelétrico (ou 45 MWtérmico). • projetos de aumento de eficiência energética que resultem em reduções de até 60 GWh/ano. • outros projetos que reduzam emissões de GEEs e que diretamente emitam menos de 15 mil toneladas de gás carbônico equivalente por ano. • CoP-MoP2 • Redução máxima de 60.000 tCO2e/ano 5/32

  5. Estrutura de uma metodologia • Aplicabilidade • Fronteiras do projeto • Seleção do cenário de referência/linha de base • Adicionalidade • Emissões da linha de base • Emissões do projeto • Fugas • Reduções de emissões • Procedimentos de monitoramento • Parâmetros e dados monitorados 6/32

  6. Metodologias aprovadas • Escopo de setores (“sectoral scopes”) • 1. Energy industries (renewable- / non-renewable sources) • 2. Energy distribution • 3. Energy demand • 4. Manufacturing industries • 5. Chemical industry • 6. Construction • 7. Transport • 8. Mining/mineral production • 9. Metal production • ... • 15. Agriculture 7/32

  7. Metodologias aprovadas selecionadas (AMS) • Metodologias aprovadas, projetos de pequena escala • AMS-I.A - Electricity generation by the user • AMS-I.B - Mechanical energy for the user • AMS-I.C - Thermal energy for the user • AMS-I.D - Grid connected renewable electricity generation • AMS-II.A - Supply-side energy efficiency improvements - transmission and distribution • AMS-II.B - Supply-side energy efficiency improvements - generation 8/32

  8. Metodologias aprovadas selecionadas (AMS) • Metodologias aprovadas, projetos de pequena escala • AMS-II.C - Demand side energy-efficiency programs for specific technologies • AMS-II.E - Energy efficiency and fuel switching measures for buildings • AMS.II.F - Energy efficiency and fuel switching measures for agricultural facilities and activities • AMS.III.B - Switching fossil fuels • AMS.III.E – Avoidance of CH4 production of biomass decay 9/32

  9. Metodologias aprovadas selecionadas (AM) • Metodologias aprovadas (“regular scale projects”) • AM10 - Landfill gas capture and electricity generation projects where landfill gas capture is not compulsory • AM14 - Natural gas-based package cogeneration • AM18 - Steam optimization systems • AM19 - Renewable energy project activities replacing part of the electricity production of one single fossil-fuel-fired power plant • AM26 - Methodology for zero-emissions grid-connected electricity generation from renewable sources … in countries with merit order based dispatch grid 10/32

  10. Metodologias aprovadas selecionadas (AM) • Metodologias aprovadas (“regular scale projects”) • AM29 - Methodology for grid connected electricity generation plants using natural gas • AM32 - Methodology for waste gas or waste heat based cogeneration system • AM36 - Fuel switch from fossil fuels to biomass residues in boilers for heat generation • AM42 - Grid-connected electricity generation using biomass from newly developed dedicated plantations • AM45 – Grid connection of isolated systems 11/32

  11. Metodologias aprovadas selecionadas (ACM) • Metodologias aprovadas (“regular scale projects”) • ACM02 - Consolidated methodology for grid-connected electricity generation from renewable sources • ACM04 - Consolidated methodology for waste gas and/or heat for power generation • ACM06 - Consolidated methodology for grid-connected electricity generation from biomass residues • ACM07 - Methodology for conversion from single cycle to combined cycle power generation • ACM09 - Consolidated methodology for industrial fuel switching from coal or petroleum fuels to natural gas 12/32

  12. Desenvolvimento de novas metodologias • O Painel de metodologia e o árduo caminho da aplicabilidade: “adaptando a realidade à teoria”. • A realidade parece com a teoria: pedido de esclarecimento • A realidade é um pouco mais complexa: pedidos de desvio • A realidade é mais complexa: pedidos de revisão • A realidade “precisa” de uma nova teoria: proposição de uma nova metodologia • Top-down: pequena escala • Bottom-up: grande e pequena escala 13/32

  13. Projetos MDL no setor de energia • Sumário • Metodologias aprovadas ou em análise • Estruturas de metodologias, exemplos, modificações, esclarecimentos, etc. • Simulação de cálculo de reduções de GEEs • Fatores de emissão, eficiência, fronteiras de projetos, linha de base, emissões do projeto, fugas, etc. • Exercício prático: “elaboração de um DCP” • Estrutura de um DCP, adicionalidade, simulação comparativa, validação, aprovação nacional. • Considerações finais 14/32

  14. Fatores de emissão de GEEs • “Carbono-intensidade” de combustíveis (IPCC, 2006) • Gás natural: 53,3 kgCO2/GJ • GLP: 63,1 kgCO2/GJ • Gasolina: 69,3 kgCO2/GJ • Óleo diesel: 70.4 kgCO2/GJ • Óleo combustível (“residual fuel oil”): 73,5 kgCO2/GJ • Carvão metalúrgico (“coking coal”): 94,6 kgCO2/GJ • Carvão sub-betuminoso: 96,1 kgCO2/GJ • Coque de carvão mineral: 108,2 kgCO2/GJ 15/32

  15. Fontes de energia e eficiência do uso final • Eficiência termodinâmica de conversão • (Energia útil ou final) / (energia total) • Eletricidade: eletricidade/energia química • Energia química do combustível: poder calorífico líquido • Oxidação do combustível • Combustíveis gasosos: 99,5% • Combustíveis líquidos: 99,0% • Combustíveis sólidos: 98,0% 16/32

  16. Exemplo de cálculo fator de emissão • Combustível fóssil com menor “carbono-intensidade”: gás natural • Fator de emissão: 15,3 tC/TJ = 5,5110-2 tC/MWh-térmico • Oxidação do combustível: 99,5% (IPCC) • Eficiência termodinâmica: 53% (best available technology, BAT) • Fator de emissão: ~ 103 kgC/MWh-elétrico ~ 380 kgCO2/MWh-elétrico 17/32

  17. Fatores de emissão de uso final 18/32

  18. Inventário de emissões do Brasil Queima de Combustíveis Indústria Queima de Combustíveis 7% Transporte 9% Queima de Combustíveis Outros Setores 6% Emissões Fugitivas 1% Processos Industriais 2% Mudança no Uso da Terra e Florestas 75% Fonte: Comunicação do Brasil à Convenção do Clima, 2004 19/32

  19. Inventário de emissões do Brasil 1990 1994 % em 1994 Variação 90/94 Emissões e Remoções de CO 2 milhões t milhões t (%) (%) TOTAL 979 1030 100,0 5 ENERGIA 237 23,0 203 16 Queima de Combustíveis Fósseis 198 231 22,5 17 Setor Energético 23 26 2,5 12 Setor Industrial 61 74 7,2 21 Indústria Siderúrgica 29 38 3,7 32 Outras Indústrias 33 36 3,5 11 Setor Transporte 82 94 9,2 15 Transporte Rodoviário 71 83 8,1 17 Outros Meios de Transporte 11 11 1,1 1 Setor Residencial 14 15 1,5 10 Setor Agropecuário 10 13 1,2 25 Outros Setores 8 10 0,9 21 Emissões Fugitivas 5 5 0,5 - 5 Mineração de Carvão 2 1 0,1 - 18 Extração e Transporte de Petróleo e Gás Natural 4 4 0,4 0 PROCESSOS INDUSTRIAIS 17 17 1,6 - 0 Produção de Cimento 10 9 0,9 - 9 Produção de Cal 4 4 0,4 11 Outras Indústrias 3 3 0,3 13 MUDANÇA NO USO DA TERRA E FLORESTAS 776 75,4 758 2 Mudança em Estoques de Florestas e Biomassa -45 -47 - 4,6 4 Conversão de Florestas para Outros Usos 952 92,4 882 8 Abandono de Terras Manejadas -189 -204 - 19,8 8 Emissões e Remoções pelos Solos 110 76 7,3 - 31 Fonte: Comunicação do Brasil à Convenção do Clima, 2004 20/32

  20. Fronteiras do projeto e fontes de emissão • As fronteiras do projeto (project boundary) abrangem todas as emissões de gases de efeito estufa, sob controle dos participantes das atividades de projeto que sejam significativas e atribuíveis, de forma razoável, a essas atividades. • Fontes identificadas na metodologia assim como gases a serem considerados (CO2, CH4, N2O, SF6, CF4, C2F6) 21/32

  21. Emissões da linha de base, do projeto e fugas • Emissões do cenário de referência identificado na metodologia • Emissões diretamente causadas pela atividade de projeto implementada • A fuga (Leakage) corresponde ao aumento de emissões de gases de efeito estufa que ocorra fora das fronteiras da atividade de projeto do MDL e que, ao mesmo tempo, seja mensurável e atribuível à atividade de projeto. 22/32

  22. Projetos MDL no setor de energia • Sumário • Metodologias aprovadas ou em análise • Estruturas de metodologias, exemplos, modificações, esclarecimentos, etc. • Simulação de cálculo de reduções de GEEs • Fatores de emissão, eficiência, fronteiras de projetos, linha de base, emissões do projeto, fugas, etc. • Exercício prático: “elaboração de um DCP” • Estrutura de um DCP, adicionalidade, simulação comparativa, validação, aprovação nacional. • Considerações finais 23/32

  23. Avaliando o potencial de um projeto MDL • “Internalização” de informações estratégicas. • Estimativa do potencial de redução de emissões do projeto (física, técnica e comercial) → acesso a desenvolvedores de projeto MDL • Decisão de como prosseguir (internamente, terceirização, ...). • (Específico para MDL) planejar e executar meticulosamente o monitoramento. 24/32

  24. Estrutura de um DCP • Descrição geral • Aplicação da metodologia de linha de base e monitoramento • Duração do projeto e período de credito • Impactos ambientais • Comentários públicos • Anexos • Contato dos participantes do projeto, informação sobre “Official Development Assistance”, informação sobre o cenário de referência e plano de monitoramento 25/32

  25. Ferramentade adicionalidade • Identificação de alternativas à atividade de projeto • Análise de investimento: identificação da alternativa mais atrativa • Análise de barreiras • Análise da prática comum 26/32

  26. Simulação comparativa • Exemplo 1 - Piratini Energia: pequena escala, geração de eletricidade com resíduos de serrarias para a rede, metano evitado (RCEs emitidos; AMS-I.D e AMS-III.E) • Exemplo 2 - Pesqueiro Energia: pequena escala, hidro-eletricidade para a rede (RCEs emitidos; AMS-I.D) • Exemplo 3 - Bioenegia Cogeradora: geração de eletricidade para a rede com bagaço de cana (RCEs emitidos, ACM06) • Exemplo 4 - Arapucel PCHs: hidro-eletricidade para a rede (registrado, ACM02) • Outros? 27/32

  27. Entidades operacionais designadas e validação • São responsáveis pela publicação do DCP para comentários públicos (e por quase todas as interações com o secretariado da Convenção do Clima) • Devem ter representação no Brasil para validar projetos que desejam solicitar carta de aprovação • Ativas em março de 2007 (ordem alfabética): BRTUV, BVQi, DNV, SGS, TUV-SUD,... • Visita de validação • Verificação da aplicação correta da metodologia e coleta de evidências confirmando as informações. 28/32

  28. Aprovação nacional (CIMGC) • Tradução para o português do “PDD” e do relatório de validação “final”: Documento de Concepção do Projeto (correções na traduções são freqüentes) • Consulta a atores locais (cuidado com prazos) • Prefeitura(s), Câmara(s) dos vereadores, Órgãos ambientais estaduais, Órgãos ambientais municipais, Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e desenvolvimento, Associações comunitárias, Ministério Público • Verificação da aplicação da metodologia e da adicionalidade 29/32

  29. Aprovação nacional (CIMGC) • Declarações de conformidade trabalhista e ambiental • Declaração de ponto focal de comunicação • Compromisso de informação de emissões de RCEs • Anexo III da resolução CIMGC 1 - Contribuição do projeto para o desenvolvimento sustentável • Sustentabilidade ambiental local • Condições de trabalho e geração de empregos • Distribuição de renda • Capacitação e desenvolvimento tecnológico • Integração regional e articulação com outros setores 30/32

  30. Projetos MDL no setor de energia • Sumário • Metodologias aprovadas ou em análise • Estruturas de metodologias, exemplos, modificações, esclarecimentos, etc. • Simulação de cálculo de reduções de GEEs • Fatores de emissão, eficiência, fronteiras de projetos, linha de base, emissões do projeto, fugas, etc. • Exercício prático: “elaboração de um DCP” • Estrutura de um DCP, adicionalidade, simulação comparativa, validação, aprovação nacional. • Considerações finais 31/32

  31. Contato • A. Ricardo J. Esparta • Ecoinvest Carbon – São Paulo, Brasil • E-mail: esparta@ecoinvestcarbon.com • Tel.: (11) 3063-9068 32/32

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