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Equipamentos Públicos de Alimentação e Nutrição

Equipamentos Públicos de Alimentação e Nutrição. Restaurantes Populares Bancos de Alimentos Cozinhas Comunitárias. Restaurantes Populares.

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Equipamentos Públicos de Alimentação e Nutrição

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Presentation Transcript


  1. Equipamentos Públicos de Alimentação e Nutrição

  2. Restaurantes Populares • Bancos de Alimentos • CozinhasComunitárias

  3. Restaurantes Populares São grandes unidades de produção e comercialização de refeições, administradas pelo poder público, com o objetivo de ampliar a oferta de comidas saudáveis e nutricionalmente balanceadas, feitas com produtos regionais, a preços acessíveis, servidas em locais apropriados e confortáveis, de forma a garantir a dignidade do ato de se alimentar Deve oferecer, no mínimo, 1000 refeições por dia, pelo menos cinco dias por semana

  4. Restaurantes Populares • Benefícios Sociais • Oferta de refeições saudáveis a preços acessíveis; • Regulação do preço e da qualidade das refeições servidas em estabelecimentos comerciais do seu entorno; • Atuação como centro de avaliação e monitoramento dos serviços públicos de Segurança Alimentar e Nutricional; • Espaço de assistência e acompanhamento dos beneficiários; • Promoção de hábitos alimentares saudáveis e regionais; • Fortalecimento da rede de proteção social.

  5. Restaurantes Populares • Público-Alvo • Pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional e vulnerabilidade social, como: • Trabalhadores formais e informais de baixa renda e suas famílias • Moradores de rua • Aposentados e estudantes • Comunidades e povos tradicionais Localização • Em regiões com grande circulação de pessoas de baixa renda, como centros e periferias urbanas, cercada de meios de transporte ou de serviços de assistência social e promoção da saúde.

  6. Projeto – MDS / UBN:lAvaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas

  7. Avaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas • Produção de refeições para a coletividade; • O projeto: conceito de qualidade em todos os níveis: nutricional, sensorial, higiênico-sanitário, social, cultural e econômico; • O papel do MDS. Contextualização

  8. Avaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas Geral: Analisar a qualidade do serviço e da atenção dietética prestados. Objetivos

  9. Avaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas • Qualidade do serviço de alimentação X estado de saúde e bem-estar dos trabalhadores em Unidades de Alimentação e Nutrição; • Aperfeiçoamento da gestão e a sustentabilidade dos serviços de alimentação coletiva; • Avaliação sistemática quanto à segurança e à adequação das refeições oferecidas. Justificativa

  10. Avaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas • Identificar as variáveis relativas à ocupação; • Inclusão de preparações regionais saudáveis nos cardápios; • Criação de instrumentos institucionais de avaliação nutricional e estrutural; • Comparar os resultados obtidos nas instituições; • Auxiliar na elaboração do BPF; • Desenvolver manuais técnicos para aperfeiçoamento da gestão; • Auxiliar na elaboração de receituário de preparações regionais; • Executar Oficinas de Alimentos Regionais. Objetivos Específicos

  11. Avaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas • Caracterizar o perfil nutricional dos usuários e trabalhadores; • Verificar o uso de Fichas Técnicas de Preparação • Determinar a oferta de nutrientes de três dias; • Avaliar ingestão, resto e cobertura; • Avaliar o cardápio executado; • Identificar as condições de conforto ambiental; • Identificar as variáveis relativas a condições de habitação; • Identificar os hábitos de higiene declarados; Objetivos Específicos

  12. Avaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas • Etapa 1: • Serão realizados os diagnósticos das unidades (estrutura física, estrutura funcional, avaliação dos cardápios com o uso de fichas técnicas de preparação- FTP), da clientela externa (avaliação nutricional) e da clientela interna (avaliação nutricional e características de saúde e bem-estar). Metodologia

  13. Avaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas • Etapa 2: • Serão elaboradas oficinas para orientar os responsáveis de cada unidade na construção dos Manuais de Boas Práticas, na elaboração do receituário e das FTPs (fichas técnicas de preparação) com alimentos regionais, e no treinamento para inclusão das FTPs Regionais nos cardápios das unidades. Além disso, serão montadas estratégias para redução de resíduos nas unidades. Metodologia

  14. Avaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas Metodologia • Etapa 3: • Serão avaliados a implantação das FTPs regionais saudáveis e dos Manuais de Boas Práticas de Fabricação, além da apresentação do relatório com perfil da clientela interna e externa.

  15. Avaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas Metodologia • Etapa 4: • Serão apresentados os relatórios individuais das unidades, incluindo a avaliação da implantação das FTPs, dos Manuais e dos treinamentos.

  16. Avaliação dos Serviços de Alimentação Coletiva:Diagnóstico da qualidade e atenção dietética das refeições servidas • Diagnóstico de saúde e condições de trabalho dos funcionários que executam as atividades nos restaurantes populares; • Diagnóstico nutricional dos usuários das UANs; • Identificação da segurança do alimento; • Identificação do impacto ambiental; • Oficinas com responsáveis técnicos e chefes de cozinha das UANs selecionadas; • Elaboração, pelos responsáveis técnicos das unidades, após avaliação e orientação, dos manuais de boas práticas de fabricação; • Adequação cultural dos cardápios praticados nas UANs; • Desenvolvimento de manuais de orientação quanto às boas práticas e alimentação regional. Resultados esperados

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