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Refletindo sobre a viol ncia

VIOLNCIA. No existe uma definio consensual ou incontroversa de violncia. O termo potente demais para que isso seja possvel." Anthony Asblaster Dicionrio do Pensamento Social do Sculo XX . O QUE VIOLNCIA?. Dicionrio Houaiss: ao ou efeito de violentar, de empregar fora fsica (con

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Refletindo sobre a viol ncia

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Presentation Transcript


    1. Refletindo sobre a violência

    2. VIOLÊNCIA “Não existe uma definição consensual ou incontroversa de violência. O termo é potente demais para que isso seja possível.” Anthony Asblaster Dicionário do Pensamento Social do Século XX

    3. O QUE É VIOLÊNCIA? Dicionário Houaiss: ação ou efeito de violentar, de empregar força física (contra alguém ou algo) ou intimidação moral contra (alguém); ato violento, crueldade, força; constrangimento físico ou moral exercido sobre alguém, para obrigá-lo a submeter-se à vontade de outrem; coação. OMS: a imposição de um grau significativo de dor e sofrimento evitáveis. Direitos Humanos - violência é a violação dos direitos: civis: vida, propriedade, liberdade de ir e vir, de consciência e de culto; políticos: direito a votar e a ser votado, ter participação política; sociais: habitação, saúde, educação, segurança; econômicos : emprego e salário; culturais: direito de manter e manifestar sua própria cultura.

    4. TIPOS DE VIOLÊNCIA Pelo espaço onde ocorre: Violência doméstica, institucional etc. Por quem sofre a violência: Violência contra a mulher, contra o idoso, criança etc.

    5. TIPOS DE VIOLÊNCIA Pela forma de manifestação: Violência física Violência sexual Violência psicológica Violência simbólica

    6. VIOLÊNCIA FÍSICA Ação ou omissão que coloque em risco ou cause dano à integridade física de uma pessoa

    7. VIOLÊNCIA SEXUAL Ação que obriga uma pessoa a manter contato sexual, físico ou verbal, ou a participar de outras relações sexuais com uso da força, intimidação, coerção, chantagem, suborno, manipulação, ameaça ou qualquer outro mecanismo que anule ou limite a vontade pessoal.

    8. VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA Ação ou omissão destinada a degradar ou controlar as ações, comportamentos, crenças e decisões de outra pessoa por meio de intimidação, manipulação, ameaça direta ou indireta, humilhação, isolamento ou qualquer outra conduta que implique prejuízo à saúde psicológica, à autodeterminação ou ao desenvolvimento pessoal.

    9. VIOLÊNCIA SIMBÓLICA Forma invisível de coação que se apóia, muitas vezes, em crenças e preconceitos coletivos. A violência simbólica se funda na fabricação contínua de crenças no processo de socialização, que induzem o indivíduo a se enxergar e a avaliar o mundo seguindo critérios e padrões do discurso dominante. A diferença entre regra e exceção está no fato de que a exceção deve ser justificada. Noberto Bobbio (Igualdade e Liberdade, 1995:10)

    10. VIOLÊNCIA DE GÊNERO Gênero: Construção social e histórica Valorização diferenciada e hierarquizada do que se considera masculino e feminino Violência de Gênero: baseia-se na desigualdade das relações entre os gêneros

    11. VIOLÊNCIA E RELIGIÃO A legitimidade que a religião tem dado à subordinação da mulher não é essencialmente divina. Temos o direito de questionar e não aceitar aqueles aprendizados teológicos e religiosos que fomentam o poderio do homem e a subordinação da mulher, sustentando assim a violência. As imagens religiosas são criações humanas e, muitas vezes, podem legitimar e reforçar relações de violência, de discriminação e desigualdade entre homens e mulheres.

    12. FUNDAMENTALISMOS RELIGIOSOS E DIVERSIDADE SEXUAL (1) Catecismo católico: 2357. A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade se reveste de formas muito variáveis ao longo dos séculos e das culturas. A sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a Tradição sempre declarou que 'os atos de homossexualidade são intrinsicamente desordenados'. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.

    13. FUNDAMENTALISMOS RELIGIOSOS E DIVERSIDADE SEXUAL (2) Catecismo católico (cont.): 2358. Um número não negligenciável de homens e mulheres apresenta tendências homossexuais inatas. Não são eles que escolhem sua condição homossexual; para a maioria, pois, esta constitui uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus na sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa da sua condição.

    14. FUNDAMENTALISMOS RELIGIOSOS E DIVERSIDADE SEXUAL (3) Catecismo católico (cont.): 2359. As pessoas homossexuais são chamadas à castidade. Pelas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental, podem e devem se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã.

    15. FUNDAMENTALISMOS RELIGIOSOS E DIVERSIDADE SEXUAL (4) Um exemplo de denominação evangélica: Uma denominação evangélica em Recife, a Igreja Cristo Vive, foi acusada de promover incitação ao ódio contra homossexuais. Há três anos, o pastor começou a fazer cultos externos com carro de som: Estamos afastados da palavra de Deus e por isso perdemos nosso uso natural e os homens estão ficando com jeito de mulher e as mulheres com jeito de homem... filhos do demônio....

    16. FUNDAMENTALISMOS RELIGIOSOS E DIVERSIDADE SEXUAL (5) Outros exemplos de denominações evangélicas: Há denominações evangélicas que acreditam que a expressão de afeto homossexual em público é sinal do final dos tempos, ou seja, do fim do mundo; Enquanto uma única pessoa não for convertida, ninguém na face da Terra será salvo.

    17. FUNDAMENTALISMOS RELIGIOSOS E DIVERSIDADE SEXUAL (6) Utilizam fortemente a mídia de massa, como rádio e TV; Ação em políticas públicas, impedindo aprovação de leis; Não criam novos preconceitos, mas dão base social para os existentes; Legitimam a violência contra LGBTTI; Disseminam preconceito e discriminação; Proselitismo agressivo pode incitar a crimes de ódio.

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