1 / 17

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM CONTEXTO ESCOLAR

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM CONTEXTO ESCOLAR. SINAIS DE ALERTA PARA A VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Na maioria das vezes a violência intrafamiliar permanece oculta

renee
Download Presentation

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM CONTEXTO ESCOLAR

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM CONTEXTO ESCOLAR

  2. SINAIS DE ALERTA PARA A VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Na maioria das vezes a violência intrafamiliar permanece oculta e só é identificada a partir de sinais de alerta, em relação aos quais os profissionais precisam estar atentos.

  3. Fique atento aos seguintes sinais da criança ou do adolescente: • Baixa autoestima e descaso consigo mesmo; • Desconfiança contínua de qualquer contato físico, permanecendo sempre alerta e na defensiva;

  4. Mudanças extremas, súbitas e sem explicação do apetite, do humor e do desempenho escolar; • Comportamento agressivo ou excessivamente tímido, com dificuldades nos relacionamentos; • Regressão a comportamentos infantis, como chorar excessivamente, chupar dedos, etc;

  5. Contusões, queimaduras ou fraturas inexplicadas ou que não combinam com a história relatada; • Uso de roupas rasgadas ou sujas de sangue;

  6. Hemorragia vaginal ou retal, dor ao urinar, genitais inchados ou com secreção; • Pesadelos, gritos ou agitação noturna; • Interesse súbito e incomum sobre questões sexuais, brincadeiras sexuais persistentes e masturbação compulsiva; • Enurese e/ou Encoprese; • Fuga de casa; • Uso de drogas; • Tentativa de suicídio.

  7. Não confunda violência doméstica com acidente. Fique atento sempre que forem encontradas: • Lesões que não são compatíveis com a idade ou com o desenvolvimento psicomotor da criança ou adolescente; • Lesões que não se justificam pelo acidente relatado; • Lesões em várias partes do corpo ou lesões bilaterais;

  8. Lesões que envolvem partes usualmente encobertas do corpo; • Lesões em estágios diferentes de cicatrização ou cura; • Inexplicável atraso entre o “acidente” e a procura de tratamento médico.

  9. A presença isolada de indicadores não é significativa para interpretação da violência

  10. COMO ABORDAR A CRIANÇA • Busque um ambiente apropriado, tranqüilo e seguro para conversar com a criança; • Ouça-a atenta e exclusivamente; • Procure não fazer julgamentos dos pais;

  11. Fique calmo, pois reações extremas poderão aumentar a sensação de culpa; • A violência sexual é um fenômeno que envolve medo, culpa e vergonha. Dessa forma é fundamental não criticar a criança ou adolescente, nem duvidar que esteja falando a verdade; • Deixe que a criança se expresse com suas próprias palavras, respeitando seu ritmo;

  12. A linguagem dos profissionais deve ser simples e clara; • Jamais desconsidere os sentimentos das crianças ou adolescente, com frases do tipo “isso não foi nada”, “não precisa chorar”. Pois no momento em que elas falam sobre o assunto, revivem os sentimentos sofridos. Mostrem empatia; • Sobretudo as crianças têm dificuldades em denunciar, pois temem ameaças de violência contra elas mesmas, contra membros de sua família e também temem serem levadas para longe do lar;

  13. É essencial não fazer promessas que não possa cumprir, nem prometer guardar segredo antes de saber o que vai ser revelado; • Ressalte que ela estará protegida e explique os procedimentos que serão tomados; • Evite que ela precise repetir a narrativa dos fatos, para não aumentar o sofrimento.

  14. Após a escuta, os profissionais que realizaram a abordagem devem fazer a denúncia, incluindo relato sobre como foi o comportamento da criança ou do adolescente (se houve choro, resistência ao falar, etc.), pois esse registro será utilizado em procedimentos posteriores, evitando que a criança repita o que já foi relatado uma vez.

  15. FLOXO DE NOTIFICAÇÃO APAEs, ONGs, Associações, etc. Hospitais, UBS, CAPS, etc. Escolas CRAS, Conselhos da Comunidade, etc. Delegacias, Polícia Militar e Patrulha Escolar Conselho Tutelar e CREAS Encaminhamentos: Saúde, CREAS, Educação, etc. Ministério Público (para medidas de proteção) Investigação Criminal e responsabilização do agressor

  16. CONTATOS IMPORTANTES EM PONTA GROSSA: • Conselho Tutelar – Leste 3225-2340 / 9900-9177 (plantão) • Conselho Tutelar – Oeste 3901-1818 / 9900-9175 (plantão) • CREAS – Sentinela (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) 3901-1563 • DISCK 100

More Related