1 / 16

Condutas em nódulos de Tireoide

Condutas em nódulos de Tireoide. Ana Paula Goes- R2 Cirurgia Geral Orientação: Saraiva Chefe do Serviço: Antonio Marcilio . Quando avaliar o nódulo de tireóide? . História e exame clínico Definir características do nódulo e presença de adenomegalia cervical

felix
Download Presentation

Condutas em nódulos de Tireoide

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. Condutas em nódulos de Tireoide Ana Paula Goes- R2 Cirurgia Geral Orientação: Saraiva Chefe do Serviço: Antonio Marcilio

  2. Quando avaliar o nódulo de tireóide? • História e exame clínico • Definir características do nódulo e presença de adenomegalia cervical • Nódulos > 1 cm devem ser avaliados • Nódulos < 1 cm devem ser avaliados se: • Forem suspeitos pela USG de malignidade • História familiar de Câncer de Tireóide • História de irradiação de cabeça e pescoço ou de corpo inteiro

  3. Risco aumentado de malignidade • Crescimento rápido do nódulo • Fixação a estruturas adjacentes • Nódulo muito aderido • Paralisia de corda vocal ipsilateral ao nódulo • Adenomegalia regional ipsilateral • História de irradiação de cabeça e/ou pescoço ou irradiação total para transplante de MOV • História familiar de câncer de tireóide ou NEM

  4. Exames laboratorias na avaliação da doença nodular • TSH sérico deve ser solicidado na avalição inicial; • Se TSH ↑, dosagem anti- TPO; • Se anti TPO ↑, USG + PAAF;

  5. Exames de imagem na avaliação da doença nodular • USG cervical: Avaliar: • Hipoecogenicidade • Microcalcificações • Margens irregulares • Aumento do diâmetro antero-posterior em relação ao transverso em nódulos não palpáveis • Adenomegalia cervical

  6. Exames de imagem na avaliação da doença nodular • Doppler • Indice de resistência • Fluxo sanguineo intranodular aumentado visualizado pelo Doppler • CHAMMAS I: Ausência de vascularização • CHAMMAS II: Apenas vascularizaçaõ periférica • CHAMMAS III: Vascularização periferica maior ou igual que a central • CHAMMAS IV: Vascularização central maior que a periférica • CHAMMAS V: Apenas vascularização cental

  7. Exames de imagem na avaliação da doença nodular • TC cervical: avaliar bócio mergulhante e compressão traqueal • Cintilografia: na suspeita de nódulo funcionante (TSH ↓)

  8. Qual o papel do PAAF? • Deve ser feito: • Nódulos > 1cm • Caracteristicas USG suspeitas de malignidade • Paciente submetida a radioterapia cervical prévia • Nódulo suspeito em um bócio multinodular • Repetição de PAAF inconclusiva ou aquele com material insuficiente • Nódulo único e “frio” a cintilografia • Nódulo com laudo citológico benigno que não regride, cresce ou modifica sua conscistência ( 20%) em 1 ano • Nódulo em paciente com NEM • Tumoração cervical pós tireoidectomia por câncer

  9. Qual o papel do PAAF? • Os resultados do PAAF são classificados em 4 categorias: • Benigno • Maligno • Suspeita de malignidade (CA folicular ou de Hürthle) • Não diagnóstica

  10. Como deve ser o seguimento dos nódulos com citologia benigna? • Seguimento clínico se nódulo palpável ou USG seriado 12-18 meses após PAAF. • Se o tamanho do nódulo permanecer estável, o intervalo pode aumentar. • Repetir o PAAF se o nódulo aumentar > 20 %

  11. Qual a conduta na avaliação de nódulos no Bócio Multinodular? • Se nenhum nódulo apresenta aspectos suspeitos na USG, o risco de malignidade é baixo • Apenas o nódulo dominante deve ser aspirado • Os nódulos >1 cm devem ser avaliados, de acordo com os critérios de malignidade

  12. Indicações de cirurgia para nódulos • Lobectomia: pode ser a opção nos nódulos solitários < 4 cm • Tireoidectomia total: nódulos > 4 cm , bilaterais ou com alto risco de malignidade;

  13. Estadiamento e avaliação de risco pré-cirurgia CA tireóide • Fatores prognósticos: • 20 a 45 anos • Sexo feminino • Sem história familiar de CA de tireóide ou irradiaçaõ cervical • Tumores papilíferos < 2cm de diâmetro, unifocais, longe da cápsula da glândula e sem infiltraçaõ finfonodal

  14. Qual o tipo de cirurgia indicada? Tireoidectomia total !!

More Related