1 / 436

uff

3. 2. 1. uff. Gestão Financeira de Longo Prazo STA 00164. UFF – 2012 – 2 semestre Prof. Jose Carlos Abreu. Boa Noite ! Nossas Aulas . Teoria Exemplo Exercícios. Boa Noite ! Nosso Material . Apostila Slides Calculadora Financeira. Nossos Slides.

kioshi
Download Presentation

uff

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. 3

  2. 2

  3. 1

  4. uff

  5. Gestão Financeira de Longo PrazoSTA 00164 UFF – 2012 – 2 semestre Prof. Jose Carlos Abreu

  6. Boa Noite !Nossas Aulas Teoria Exemplo Exercícios

  7. Boa Noite !Nosso Material Apostila Slides Calculadora Financeira

  8. Nossos Slides • Estes Slides foram montados a partir da Apostila • Exatamente = ctrl C, ctrl V • Estes slides estão disponíveis no site da uff

  9. Sistema de Notas e Aprovação Prova P1 = 20% da nota Prova P2 = 40% da nota Trabalhos = 40% da nota Total = 100% da nota

  10. Aula 1, 2, 3, 4, 5......

  11. Parte IPrincípios de fluxo de caixa e orçamento de capital; O conceito de fluxo de caixa.O conceito de orçamento de capital. Elaboração de Fluxo de caixa. Elaboração de orçamento de capital.

  12. Parte IITécnicas de analise de orçamento de capital. Certeza e Risco. Custo do Capital; CAPM e CMPC. Alavancagem e estrutura de capital.

  13. Parte IIIDecisões de Financiamento de longo prazo; Conceitos, modelos de analise, opções de financiamento de longo prazo, variáveis intervenientes.

  14. Parte IVPolitica de dividendos; conceitos e envolvidos e política de distribuição.

  15. MetodologiaA disciplina terá exposições, trabalhos de grupos e apresentações. Será solicitada a maior participação possível. Entende-se como participação o levantamento de questões relativas ao ponto em discussão ou aspectos correlatos, comentários críticos, apresentação de textos ou outro recurso que contribua para o rendimento do curso. As leituras indicadas devem ser consideradas como referência. Aconselham-se outras leituras, a critério dos participantes. A leitura deve ser prévia e os participantes devem trazer os livros de consulta, preferentemente de autores variados.

  16. BIBLIOGRAFIA BÁSICAGITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. 12ª Ed. São Paulo: Pearson Education, 2012.ROSS, Westerfiled, Jordan B.D. Administração Financeira. 8ª Ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2010.

  17. Parte IPrincípios de fluxo de caixa e orçamento de capital; O conceito de fluxo de caixa.O conceito de orçamento de capital. Elaboração de Fluxo de caixa. Elaboração de orçamento de capital.

  18. GF Longo Prazo Parte I INTRODUÇÃO • Fluxo de caixa de uma empresa é a movimentação de dinheiro dentro de uma empresa. Caixa é dinheiro. Fluxo é movimento, circulação. O Fluxo de Caixa, é como o sangue que corre nas veias da empresa. O Fluxo de Caixa de uma empresa é a circulação de recursos financeiros que faz a empresa operar e funcionar. É o movimento de entrada e saída de recursos que mostra que a empresa esta viva e operando. Os fluxos de caixa devem ser o principal foco do gestor financeiro, tanto na gestão na rotina do dia a dia quanto no planejamento e nas decisões de prazos mais longos.

  19. GF Longo Prazo Parte I • Podemos separar os fluxos de caixa de uma empresa pelos seus diversos objetivos, destinos ou procedências; Fluxos de caixa das operações (venda e produção de bens ou serviços), Fluxos de caixa de investimento (compra e venda de ativos imobilizados), Fluxos de caixa de financiamento (transações financeiras, inclui cap. próprio e terceiros), Fluxos de Caixa para os credores(pagamento de juros e principal de dívidas), Fluxos de Caixa para os sócios (pagamento de dividendos para os sócios), Fluxos de Caixa das operações internacionais, Fluxo de caixa livre.....

  20. GF Longo Prazo Parte I Exemplo; A lógica do Fluxo de caixa para o investidor • Uma pessoa aluga o seu imóvel para um inquilino. O aluguel contratado, incluindo taxas e impostos, é $2.000,00 por mês. Será este o fluxo de caixa para o proprietário do imóvel? A resposta é não ! Porque? Por que o proprietário não coloca este valor no bolso. O fluxo de caixa para o investidor é o valor, líquido, livre, após taxas e impostos que o investidor pode colocar no seu bolso.

  21. GF Longo Prazo Parte I • Então vamos calcular o fluxo de caixa mensal para o bolso do proprietário deste imóvel que foi alugado para um inquilino. Considere que o inquilino paga um aluguel de $2.000,00 que inclui IPTU (imposto predial) Taxa de incêndio (bombeiros) e condomínio do prédio.

  22. GF Longo Prazo Parte I Informações adicionais; IPTU (imposto predial) 135,00 por mês Taxa de incêndio (bombeiros) 47,00 por mês condomínio do prédio 350,00 por mês Alíquota do imposto de renda 15% ao mês (carnêt Leão) Calculando o fluxo de caixa financeiro para o proprietário; Faturamento com alugueis 2.000,00 Menos despesas fixas mensais IPTU (imposto predial) 135,00 por mês Taxa de incêndio (bombeiros) 47,00 por mês condomínio do prédio 350,00 por mês Total das despesas mensais 532,00 Lucro Bruto 1.468,00 Alíquota do imposto de renda 15% Imposto 220,20 Lucro Liquido após IR 1.247,80

  23. GF Longo Prazo Parte I • Finalmente o fluxo de caixa; O fluxo de caixa financeiro para o investidor é o resultado das operações após o pagamento de todas as despesas, taxas e impostos. OU seja dinheiro para o bolso do investidor é $1.247,80. Este é o fluxo de caixa proveniente do aluguel deste imóvel para o investidor.

  24. GF Longo Prazo Parte I OBJETIVO DESTE CAPITULO • O objetivo deste capítulo é mostrar o que é o Fluxo de Caixa e demonstrar como calcular e obter os diversos fluxos de caixa. O objetivo é obter o fluxo de caixa de uma empresa ou projeto; Vamos iniciar nosso capitulo apresentando todos os aspectos, considerações, visões, classificações e modos de calcular e obter os diversos fluxos de caixa.

  25. GF Longo Prazo Parte I TRABALHO FINAL DESTE CAPITULO • Além das listas de exercícios que você vai encontrar ao longo deste capitulo você deverá ler, estudar e fazer um resumo, não mais que 6 paginas, do capitulo 3 do livro “Princípios de Administração Financeira” – de Lawrence Gitman.

  26. GF Longo Prazo Parte I Fluxos de Caixa Futuros • Para tomarmos as nossas decisões financeiras no tempo presente, precisamos dos fluxos de caixa futuros projetados. Estas projeções precisam ser o tão próximas da realidade quanto possível. Sempre iniciamos as projeções para determinar os fluxos de caixa futuros a partir das vendas projetadas. A partir das vendas projetadas podemos determinar o faturamento projetado e então subtrair os custos operacionais, fixos e variáveis, os impostos e taxas, as despesas financeiras, as despesas para manutenção da empresa para obtermos finalmente o resultado liquido futuro projetado para as operações da empresa.

  27. GF Longo Prazo Parte I • Precisamos fazer estas projeções futuras pois precisamos nos preparar agora, hoje, neste instante, fazendo as encomendas de matéria primas, contratando ou não força de trabalho e mão de obra, encomendando maquinas e equipamentos etc...

  28. GF Longo Prazo Parte I • Quando nossa projeções são acuradas e precisas as decisões de compras e investimentos que tomamos em cima destas projeções se mostram realistas e a empresa obtém bons resultados. Quando nossas projeções falham e, por exemplo, investimos muito na expectativa futura de grandes negócios e o mercado não cresce conforme projetamos, teremos produtos encalhados sem vender e possivelmente prejuízos. Uma decisão financeira é tão boa ou tão ruim quanto a qualidade das projeções que a embasaram.

  29. GF Longo Prazo Parte I VISÃO DE COMPETÊNCIA X VISÃO DO CAIXA • Para determinarmos os fluxos de caixa precisamos antes saber se estamos no regime de competência ou no regime de caixa.

  30. GF Longo Prazo Parte I Visão de Competência • Visão de Competência esta focada na EFETIVA realização dos negócios e dos contratos de compra e venda para incorporar seus efeitos e valores no calculo do Fluxo de Caixa. Para ilustrar, lembrando do exemplo inicial do imóvel de aluguel, pela visão de competência (a que data compete) lançaríamos os alugueis em nosso fluxo de caixa pelas datas constantes no contrato, independente se o inquilino pagou ou não pagou.

  31. GF Longo Prazo Parte I Visão do Caixa • Visão de Caixa esta focada na EFETIVA entrada e saída de dinheiro na conta da empresa. Não importa se uma venda foi feita, prometida ou contratada. Só haverá o reconhecimento e respectivo registro de algum valor no fluxo de caixa da empresa quando efetivamente o valor for recebido pela empresa (e o cheque compensado). Idem para algum contrato onde a empresa se comprometa a pagar. Para ilustrar, lembrando do exemplo inicial do imóvel de aluguel, pela visão de caixa somente lançaríamos os alugueis em nosso fluxo de caixa quando efetivamente o dinheiro fosse recebido e disponibilizado em nossa conta, independente se o inquilino reza que o inquilino deveria pagar em outra data.

  32. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa Depreciação • Quando um empresa tem lucros, pode reinvestir uma parte destes lucros e pode distribuir como dividendos aos acionistas uma outra parte dos lucros. • Quando a empresa reinveste uma parte dos seus lucros, este dinheiro já foi tributado, ou seja é uma linha do demonstrativo de resultados que fica lá embaixo, já depois de ter sido tributado. A empresa pode reinvestir comprando maquinas e equipamentos, pintando o prédio, quitando parte das suas dividas, comprando um terreno para a construção da futura fabrica ou sede......

  33. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa • Ao longo do tempo as maquinas e equipamentos se desgastam, e precisam ser repostas de tempos em tempos. Umas maquinas se depreciam mais rápido outras maquinas se depreciam mais lentamente. Para não haver BI tributação o governo permite a DEPRECIAÇÃO.

  34. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa O que é a depreciação? • Depreciação é um pedaço do valor de uma maquina que o governo permite a empresa deduzir da base tributável para reduzir o imposto a pagar. Lembrar que base tributável é a base sobre aa qual o governo calcula os impostos que a empresa deve pagar. Se você reduzir aa base tributável vai pagar menos impostos. Este mecanismo de depreciação funciona de tal forma que; quando uma maquina terminar sua vida útil já terá abatido do IR todo o seu valor contábil, então a empresa poderá comprar uma maquina nova para repor a maquina antiga sem ter que pagar IR sobre esta reposição.

  35. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa Depreciação em outras palavras • Dentre muitos outros um fator importante que afeta o fluxo de caixa das empresas é a depreciação. É uma conta reserva. Nesta conta periodicamente credita-se o valor que uma maquina, direito ou equipamento, perdeu neste período. Desta forma quando a maquina, direito ou equipamento, chegar ao final de sua vida útil, já deverá haver nesta conta depreciação o valor suficiente para sua reposição. Na pratica não existe este depósito de dinheiro, o que existe é que este valor que a maquina depreciou é abatido da base tributável antes de calcular o IR, e então desta forma, quando uma nova maquina for comprada já terá sido totalmente abatida do IR.

  36. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa Ficou claro? Ou confuso? • Vamos terminar de ler este capitulo, na apostila e no livro capitulo 3 de Lawrence Gitmam. Você vai ver que é muito fácil. Vamos em frente.

  37. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa Valor Depreciável de um ativo • O valor a ser depreciado, ou seja a ser abatido da base tributável a cada período, é tabelado pelo governo. Estas tabelas são por exemplo no seguinte formato • Maquinas do tipo A = Depreciação linear em 5 anos • Isto significa que a cada ano você poderá abater da base tributável 20% do valor contábil desta maquina. Então em 5 anos você terá abatido da base tributável 5 x 20% = 100% do valor da maquina.

  38. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa Uma tabela completa seria algo parecido com • Maquinas do tipo A = Depreciação linear em 5 anos • Maquinas do tipo B = Depreciação linear em 4 anos • Equipamentos do tipo C = Depreciação linear em 8 anos • Equipamentos do tipo D = Depreciação linear em 6 anos • Maquinas do tipo E = Depreciação linear em 2 anos • Maquinas do tipo F = Depreciação linear em 2 anos Terrenos não são depreciáveis. E imóveis construídos sobre estes terrenos são sim depreciáveis, porem, não são 100% depreciáveis. O governo permite um determinado percentual de depreciação

  39. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa Vida útil de um ativo • Depende do tipo de ativo. Novamente aqui o governo tem sua tabela própria que as empresas devem seguir. Os períodos variam de 2, 3, 4... ate 20 anos

  40. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa Depreciação não é movimentação de caixa. Não é movimentação financeira. • Depreciação é uma conta reserva que você usa para economizar no pagamento do IR. Não é efetivamente movimentação de caixa. O único impacto financeiro da depreciação é indireto, é no valor do IR a pagar.

  41. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS - Apresentação • Vamos apresentar o BALANÇO de um ativo. Este ativo é um imóvel. Suponha por exemplo um imóvel cujo valor é $200.000,00. Este imóvel foi comprado com financiamento da CEF no valor de $85.000,00. O valor da entrada paga a vista pelo comprador foi de $115.000,00. Este imóvel é alugado e as prestações são pagas periodicamente. O Balanço financeiro que mostra o status deste imóvel imediatamente após a compra é o seguinte:

  42. Fluxos de Caixa e Planejamento Financeiro BALANÇO ATIVO PASSIVO Imóvel 200.000 Dividas CEF 85.000 PATRIMÔNIO Capital do proprietário 115.000 Total do ativo 200.000 Total do Pass + Pat 200.000

  43. Fluxos de Caixa e Planejamento Financeiro O Demonstrativo de Resultados mostra o status deste imóvel no período de UM ano é o seguinte: DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS Faturamento com alugueis 3.000,00 Despesas fixas condomínio 350,00 juros das prestações 550,00 Lucro Bruto 2.100,00 IR (carne Leão 15%) 315,00 Lucro Liquido 1.785,00

  44. Fluxos de Caixa e Planejamento Financeiro BALANÇO em t+1 ATIVO PASSIVO Caixa 1.785 Dividas CEF 85.000 Imóvel 200.000 PATRIMÔNIO Capital do proprietário 115.000 Lucros Retidos 1.785 Total do ativo 201.785 Total do Pass + Pat 201.785

  45. Analise do Fluxo de Caixa da Empresa ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS • Este exemplo a seguir foi copiado do livro do Gitmam capitulo 3. A demonstração dos fluxos de caixa de um dado período é desenvolvida a partir da demonstração do resultado do período. Para entender melhor vejamos seguir o exemplo da empresa BAKER. Demonstração do resultado da BAKER ($mil) para o ano encerrado em 31/12/2009. (cap 3, livro Gitman)

  46. Fluxos de Caixa e Planejamento Financeiro Demonstração do resultado (ano 2009) Receita com vendas 1.700,00 Menos custo das mercadorias vendidas 1.000,00 Lucro bruto 700,00 Menos Despesas Operacionais Despesas de vendas 70 Despesas gerais e administrativas 120 Arrendamentos 40 Despesa de depreciação 100 Total da despesas operacional 330 Lucro Antes de Juros e Imposto de Renda (LAJIR) 370 Menos despesas financeira 70 Lucro Liquido Antes do Imposto de Renda (LAIR) 300 Menos Imposto de Renda (40%) 120 Lucro Liquido depois do Imposto de Renda 180 Menos dividendos preferenciais 10 Lucro disponível aos acionistas ordinários 170

  47. Fluxos de Caixa e Planejamento Financeiro Balanço Patrimonial da BAKER ($mil) ATIVO 2009 2008 Ativo Circulante Caixa 400 300 Títulos Negociáveis 600 200 Contas a receber 400 500 Estoques 600 900 Ativo total circulante 2.000 1.900 Ativo Imobilizado Bruto (ao custo) Imóveis 1.200 1.050 Maquinas e Equipamentos 850 800 Moveis e utensílios 300 220 Veículos 100 80 Outros (inclusive certos bens arrendados) 50 50 Ativo total Imobilizado bruto (ao custo) 2.500 2.200 Menos: depreciação acumulada 1.300 1.200 Ativo imobilizado líquido 1.200 1.000 Ativo Total 3.200 2.900

  48. Fluxos de Caixa e Planejamento Financeiro Balanço Patrimonial da BAKER ($mil) PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Passivo Circulante Fornecedores 700 500 Bancos a pagar 600 700 Despesas a pagar 100 200 Passivo total circulante 1.400 1.400 Dívida de longo prazo 600 400 Passivo total 2.000 1.800 Patrimônio líquido Ações preferenciais 100 100 Ações Ordinárias 120 120 Ágio (na venda de ações ordinárias) 380 380 Lucros Retidos 600 500 Total do Patrimônio Liquido 1.200 1.100 Passivo Total e Patrimônio Liquido 3.200 2.900

  49. Fluxos de Caixa e Planejamento Financeiro Demonstrações dos Fluxos de Caixa da Baker para o ano encerrado em 2009 Fluxo de caixa das Operações Lucro Liquido depois do Imposto de Renda 180 Depreciação 100 Redução de contas a receber 100 Redução do estoque 300 Aumento em fornecedores 200 Redução das despesas pagar – 100 Caixa gerado pelas atividades operacionais 780

  50. Fluxos de Caixa e Planejamento Financeiro Fluxo de caixa das atividades de Investimento Aumento do ativo imobilizado – 300 Variação do investimento em participações acionárias 0 Caixa gerado pelas atividades de Investimento – 300

More Related