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Paisagismo - Horticultura

Prof. Dr. Mauricio Romero Gorenstein. Paisagismo - Horticultura. Aula 9 – Projeto paisagístico Bibliografia: cap. 14 – livro “Conceitos e aplicações” p. 474-529 Dois Vizinhos, 07/06/2010.

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  1. Prof. Dr. Mauricio Romero Gorenstein Paisagismo - Horticultura Aula 9 – Projeto paisagístico Bibliografia: cap. 14 – livro “Conceitos e aplicações” p. 474-529 Dois Vizinhos, 07/06/2010

  2. Apresentar como deve ser feito um projeto paisagístico. Bibliografia: cap. 14 – livro “Conceitos e aplicações”, Paiva, P.D.O - p. 474-529 Objetivo da Aula de hoje CONTEÚDO 1. Elementos de composição paisagística 2. Planejamento do projeto paisagístico 3. Elaboração do projeto paisagístico

  3. Composição paisagística É a correlação ou combinação de formas, escalas, cores, texturas e proporções para esquematizar uma forma natural ou criar formas abstratas a fim de despertar o sentido visual; É fundamental correlacionar essas características com ritmo, equilíbrio, movimento, unidade, determinação de valores. Isso se transforma na base do desenho do JARDIM; No desenho do jardim faz-se a organização do espaço e das formas que serão contempladas, diferentemente de um jardim não projetado, plantado aleatoriamente. No desenho do jardim são colocados os elementos naturais e os estruturais de forma a associar as formas, linhas e proporção, que são os elementos de composição dos desenhos.

  4. LINHAS As linhas retas, em sentido horizontal, vertical ou inclinadas, assim como as curvas, provocam sensações diferentes e provocam efeitos na composição paisagística. RETA HORIZONTAL: sensação de equilíbrio, paz, tranquilidade, repouso; RETA VERTICAL: estimulante, vigor, nobreza, pensamento para o alto; RETA INCLINADA: movimento, insegurança, inquietação; RETA EM ZIGUE-ZAGUE: inconstância; nervosismo, indecisão; CURVAS: movimento, leveza, requinte, envolvência, feminilidade. Uso adequado de curvas e linhas pode induzir sensações interessantes na composição. Espaços retangulares, monótonos podem ser atenuados usando canteiros inclinados ou com curvas.

  5. LINHAS Curvas irregulares em caminhos ou em canteiros oferecem sensação de naturalidade, de leveza na composição. Colocar figura de linhas

  6. FORMAS E DISTRIBUIÇÃO NO PLANO As formas mais comuns e clássicas no desenho são o círculo, oval, quadrado, retângulo e triângulo. No desenho podem ser utilizadas sozinhas, associadas ou sobrepostas, criando formas e efeitos diferentes. Podem ser vistas de cima (planta baixa) ou de frente (perfil). Em 3-D pode auxiliar o entendimento do desenho proposto. OS DESENHOS DO JARDIM SÃO REALIZADOS A PARTIR DA DISTRIBUIÇÃO DE FORMAS EM UM PLANO. É FUNDAMENTAL A DISTRIBUIÇÃO DAS FORMAS BÁSICAS (círculo, quadrado, etc.), NESSE PLANO DE FORMA EQUILIBRADA ENTRE SI (representando árvores, muros, etc.) associados com os espaços (superfície do terreno). Colocar figura de linhas

  7. PROPORÇÃO Elemento de grande importância nos desenhos. Consiste em harmonizar a escala de tamanho do TODO e de cada uma das partes, adequando linhas, espaços, massas, cores e texturas. É fundamental que haja no jardim ritmo, equilíbrio e harmonia. FORMAS E PROPORÇÃO As construções e entornos são fundamentais para se determinar as formas e proporções a serem utilizadas. Os jardins urbanos são delimitados por muros de altura elevada ou pelo traçado rígido e alto das construções e os diferentes tamanhos das construções. O jardim deve estar em harmonia com esses fatores. A escala e forma da vegetação devem oferecem proporção.

  8. HARMONIA Uso equilibrado dos diferentes elementos (estruturais ou vegetais). Percepção integrada do jardim, como um todo. Um ensinamento de Vitrúvio, importante arquiteto romano, sobre a divisão do espaço harmônica: ”Para que um espaço, dividido em partes iguais resulte agradável e estético, deverá haver entre a parte menor e maior, a mesma relação que existe entre a maior e o todo”. Ex: Linha com 16 m dividida em duas partes desiguais, 10 m e 6 m : 6/10 = 10/6 = 0,6. Contribui para a harmonia, a distribuição equilibrada de espaços e massas, equilíbrio de linhas e formas, além de contraste no uso de cores.

  9. UNIDADE Uso equilibrado dos diferentes elementos (estruturais ou vegetais). Percepção integrada do jardim, como um todo. Um ensinamento de Vitrúvio, importante arquiteto romano, sobre a divisão do espaço harmônica: ”Para que um espaço, dividido em partes iguais resulte agradável e estético, deverá haver entre a parte menor e maior, a mesma relação que existe entre a maior e o todo”. Ex: Linha com 16 m dividida em duas partes desiguais, 10 m e 6 m : 6/10 = 10/6 = 0,6. Contribui para a harmonia, a distribuição equilibrada de espaços e massas, equilíbrio de linhas e formas, além de contraste no uso de cores.

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